O projeto de lei orçamentária para 2008, apresentado em 30 de agosto, acena com boas notícias para funcionalismo, sobretudo do Executivo. Está prevista a criação de 56.348 vagas - 40.032 delas no executivo. No entanto, 11.446 são para substituição de terceirizados. As informações são da repórter Mariana Flores, do Correio Brasiliense.
No que concerne aos reajustes, o Executivo novamente ficou com a fatia mais gorda. Está prevista a concessão de R$ 7,4 bilhões para incremento das remunerações, em dados anualizados, contra R$ 221,6 milhões ao Judiciário e R$ 104,3 milhões ao Ministério Público.
Quem viver verá. Como se sabe, a proposta orçamentária, ou o que sobreviver das emendas, é, para uns, uma carta de intenções, para outros, uma mera peça de ficção. Em 2007, havia disponibilidade para 45,9 mil contratações (28 mil para o executivo). O Planejamento informa que foram contratados apenas um quarto do previsto, cerca de 7,3 mil novos servidores.
Sindicato Nacional dos Auditores - Fiscais da Receita Federal do Brasil
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Não há provas contra Renan... E a culpa é da Receita!
Ao menos, é isso o que se depreende da leitura da entrevista concedida a Fábio Zanini, da Folha, pelo Senador e ex-Secretário da Receita Federal, Francisco Dornelles (PP-RJ). Abaixo alguns trechos da entrevista:
FOLHA - Por que não cassar Renan Calheiros?
DORNELLES - Não há nenhuma prova de que os recursos para pagar a jornalista eram da Mendes Júnior. O Conselho de Ética diz que o Renan não provou que tinha renda para fazer os aportes. O problema seria crime contra a ordem tributária, que só pode ser apurado no âmbito de processo da Receita.
FOLHA - Há uma perícia da PF.
DORNELLES - Se faz uma perícia, manda para a Receita. Tem que ser iniciado processo. A polícia podia provar que [Renan] não tem renda e patrimônio? Só quem pode provar é a Receita.
FOLHA - A PF diz que não há correspondência entre o dinheiro na conta do Renan e os pagamentos à jornalista e que ele não provou que houve a venda de gado. Não é suficiente?
DORNELLES - Só quem pode tipificar um crime de ordem tributária é a Receita.
FOLHA - Há a suspeita de que as notas eram frias.
DORNELLES - Quem é que pode provar nota fria? A Polícia Federal não tem competência para julgar isso. Disseram que o Renan não tinha recursos para arcar. Isso é crime contra ordem tributária. Vamos dizer o contrário: o Renan ser cassado pelo Senado e absolvido pela Receita. O que o Senado ia fazer, tornar a cassação sem efeito?
FOLHA - Por que não cassar Renan Calheiros?
DORNELLES - Não há nenhuma prova de que os recursos para pagar a jornalista eram da Mendes Júnior. O Conselho de Ética diz que o Renan não provou que tinha renda para fazer os aportes. O problema seria crime contra a ordem tributária, que só pode ser apurado no âmbito de processo da Receita.
FOLHA - Há uma perícia da PF.
DORNELLES - Se faz uma perícia, manda para a Receita. Tem que ser iniciado processo. A polícia podia provar que [Renan] não tem renda e patrimônio? Só quem pode provar é a Receita.
FOLHA - A PF diz que não há correspondência entre o dinheiro na conta do Renan e os pagamentos à jornalista e que ele não provou que houve a venda de gado. Não é suficiente?
DORNELLES - Só quem pode tipificar um crime de ordem tributária é a Receita.
FOLHA - Há a suspeita de que as notas eram frias.
DORNELLES - Quem é que pode provar nota fria? A Polícia Federal não tem competência para julgar isso. Disseram que o Renan não tinha recursos para arcar. Isso é crime contra ordem tributária. Vamos dizer o contrário: o Renan ser cassado pelo Senado e absolvido pela Receita. O que o Senado ia fazer, tornar a cassação sem efeito?
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Reunião da Diretoria - dia 29 (QUA), às 17h.
O Presidente da Delegacia Sindical do Unafisco em Campinas, no uso das atribuições que lhe confere o regimento interno da entidade, convoca os membros da Diretoria Executiva para reunião a ser realizada no dia 29/08/2007 às 17:00, na sede da DS/Campinas, para deliberarem sobre a seguinte pauta:
1 - Informes;
2 - Encaminamento dos assuntos pendentes da última reunião;
3 - Assuntos Gerais.
Data e local
Dia: 29/08/2.007, às 17h
Local: Sede da DS à R. Dr. Jesuíno Marcondes Machado nº969
1 - Informes;
2 - Encaminamento dos assuntos pendentes da última reunião;
3 - Assuntos Gerais.
Data e local
Dia: 29/08/2.007, às 17h
Local: Sede da DS à R. Dr. Jesuíno Marcondes Machado nº969
Dilema Tostines
Se eu participo do sindicato, minha carreira corre o risco de sofrer um estrago... Ou será que é a carreira que corre o risco de sofrer um estrago, sem a minha participação no sindicato?
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Para os críticos da crítica
Tá lá, na Folha, o artigo "Caprichos" da psicanalista Anna Verônica Mautner, que analisa um vício dos tempos atuais: não criticar. Afinal, a crítica é sempre vista como negativa, antipática e do contra. E, assim, ai de quem incorrer nesse erro. Como esse blog se propõe a ser um espaço de crítica, nada melhor que citar o que pensa a autora que, ao contrário, vê nobreza na crítica:
"Outro dia, vi saltar de uma calça jeans feminina, de cavalo bem curto, um traseiro completo. Ao natural, a calça já mostrava boa parte; agachando-se para endireitar o tênis, o indesejado aconteceu. O homem que a acompanhava se constrangeu, assim como outros que estavam em volta. Olhei para ver se ele faria algum comentário. Não fez. "
(...)
"Apontar enganos é mostrar cuidado e respeito. É dizer que estava prestando atenção à pessoa que se enganou. "
(...)
"Observação, crítica ou admoestação não deixam de ser feitos apenas nos deslizes do cotidiano -também abundam na vida profissional e na pública.
(...)
Durante meses, centenas de olhares complacentes deixaram passar vários enganos em todas as etapas do simples ato de aterrizar um avião em Congonhas. O culpado? Em parte, o vício do olhar complacente.
"Outro dia, vi saltar de uma calça jeans feminina, de cavalo bem curto, um traseiro completo. Ao natural, a calça já mostrava boa parte; agachando-se para endireitar o tênis, o indesejado aconteceu. O homem que a acompanhava se constrangeu, assim como outros que estavam em volta. Olhei para ver se ele faria algum comentário. Não fez. "
(...)
"Apontar enganos é mostrar cuidado e respeito. É dizer que estava prestando atenção à pessoa que se enganou. "
(...)
"Observação, crítica ou admoestação não deixam de ser feitos apenas nos deslizes do cotidiano -também abundam na vida profissional e na pública.
(...)
Durante meses, centenas de olhares complacentes deixaram passar vários enganos em todas as etapas do simples ato de aterrizar um avião em Congonhas. O culpado? Em parte, o vício do olhar complacente.
Lições de de Democracia - Parte 1
Até agora os auditores-fiscais apenas não decidiam os processos administrativos, levando-os à consideração do chefe imediato ou da chefia da unidade. Agora...
Eis que um auditor fala para o outro:
- Você viu o que diz o parecer jurídico da DEN?
- Não faço idéia. Qual é a última?
- Agora as DSs não convocam mais o CDS, apenas solicitam a convocação.
- Se a moda pega, ninguém vota mais, apenas propõe o voto.
- Não dá idéia ! Um dia alguém funda o movimento das indiretas já...
Eis que um auditor fala para o outro:
- Você viu o que diz o parecer jurídico da DEN?
- Não faço idéia. Qual é a última?
- Agora as DSs não convocam mais o CDS, apenas solicitam a convocação.
- Se a moda pega, ninguém vota mais, apenas propõe o voto.
- Não dá idéia ! Um dia alguém funda o movimento das indiretas já...
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