Sindicato Nacional dos Auditores - Fiscais da Receita Federal do Brasil
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Se a greve aqui é assim, imagina na França...
São cerca de 15 regimes especiais, incluindo a Marinha, os mineiros, os servidores civis, a Assembléia Nacional, o Banco Central e o Senado, a Ópera de Paris e o tricentenário teatro da Comédie-Française. A propósito, o regime da Ópera parisiense data de 1698, o da Marinha, de 1709.
Com a criação do Regime Geral de Seguridade Social na França, em 1945, os beneficiários desses regimes decidiram conservá-los, seja por serem mais vantajosos ou mais adaptados ao caráter penoso ou à periculosidade de algumas dessas carreiras.
O mais poderoso desses regimes, no entanto, é o dos ferroviários, que remonta a 1855. A atual presidente da estatal SNCF (que administra as estradas de ferro), Anne-Marie Idrac, assegurou seu "engajamento total à negociação" que é, segundo ela, a "única coisa que permite sair desse conflito".
Questão de classe - Questionada sobre a reação da categoria à reforma, a executiva afirma que os ferroviários a "vivem como uma ruptura do contrato moral que os liga à empresa" e que, como presidente dos ferroviários , ela se ressente dessa ruptura da mesma forma.
sábado, 10 de novembro de 2007
DS Campinas convoca reunião da diretoria para dia 13/11, às 14h
1 - Informes;
2 - Seminario a ser realizado em Campinas;
3 - Assembléia Nacional de 14/11/2007;
4 - Assuntos Gerais.
Dia: 13/11/2.007
Horário: às 14 horas
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Mobilizar ou "negociar", eis a questão.
A categoria se encontra na expectativa do desfecho das "negociações" com o governo em torno da campanha salarial. O otimismo gerado pelo anúncio, feito pela Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento em reunião realizada no dia 17 de outubro, da disposição do governo de alterar a atual estrutura remuneratória dos AFRFB para remuneração por subsídio, nos moldes negociados com a Polícia Federal e AGU, vai aos poucos se esvaecendo e se transformando em apreensão e ansiedade, gerados pela falta de informações e pelo crescente número de boatos. Tudo isto em menos de 20 dias.
O notório clima de euforia e do "já ganhou" capitaneado pela Direção Nacional do Unafisco durante a plenária conjunta dos AFRFB, realizada nos dias 22 e 23, refreou qualquer ânimo de mobilização porventura existente naquele momento. A expectativa era de que o governo anunciasse no dia 22 de outubro o detalhamento da proposta, porém o governo pediu mais tempo para completar os estudos. Apesar da frustração momentânea, houve praticamente consenso na plenária quanto ao encaminhamento da Direção Nacional no sentido de cancelar a paralisação de 48 horas, marcadas para os dias 25 e 26 de outubro, para evitar "ruídos na negociação", havendo por bem aguardar as reuniões agendadas para os dias 29 e 31 de outubro, que concluiriam o processo. Afinal, ninguém gostaria de criar embaraços ao "novo paradigma negocial" alardeado pela Direção Nacional durante a plenária.
No entanto, bastou que uma destas reuniões fosse cancelada e outra realizada sem apresentar novidades para que o discurso negociador fosse substituído pela necessidade premente de mobilização. O tom conciliador dos boletins nacionais foi substituído pelo tom ameaçador. Em acordo com o Comando de Mobilização tivemos na pauta da última assembléia uma paralisação de advertência convenientemente marcada para o próximo dia 08 de novembro. A conveniência está em que no dia anterior (07/11) outra assembléia nacional deverá apreciar a tão esperada proposta do governo, cujo anúncio foi adiado para o dia 06 de novembro. Assim, tanto a AN poderá cancelar a paralisação marcada, se achar satisfatória a proposta, quanto aprovar a paralisação por tempo indeterminado a partir do próximo dia 12.
A avaliação praticamente consensual dos colegas presentes na última assembléia de Curitiba é de que, ante tal calendário, a paralisação de advertência do dia 08/11 está mais para bravata e que, ante o cancelamento da paralisação anterior, melhor seria aguardar o desfecho da proposta do governo para, no caso de novo adiamento ou de apresentação de uma proposta frustrante, aí sim partir para uma verdadeira mobilização, por tempo indeterminado, até o atendimento de nossa pauta. Afinal, não dá para simular mobilização, principalmente diante da nova conjuntura do direito de greve, em face do recente julgamento do STF.Esse movimento errático da Direção Nacional mina a construção de uma mobilização efetiva. A diretoria da DS-Curitiba não tem dúvidas de que uma negociação efetiva tem que estar respaldada por uma categoria mobilizada e que, por isto mesmo, há que se ter muita seriedade com o tema, preparando a categoria para os embates indispensáveis, sem porém submetê-la a riscos e desgastes desnecessários. A experiência aponta que o "novo paradigma negocial" talvez não seja suficiente e que podemos precisar da "boa e velha mobilização".
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Todas as unidades de Campinas repudiam corte na remuneração por meio de avaliação de desempenho
Segundo eles, essa sistemática "fragiliza a condição de autoridade de Estado".
Leia a seguir a versão integral das moções de repúdio.
MOÇÃO DE REPÚDIO
Os Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil lotados na ALF/Viracopos, presentes na Assembléia Nacional conjunta, manifestam seu repúdio à utilização de avaliação de desempenho para reduzir a remuneração dos AFRFB. Tal sistemática fragiliza a condição de Autoridade de Estado, além de contrariar a pauta de reivindicações aprovada pela categoria.
AFRFB presentes à Assembléia Nacional conjunta realizada em 25 de outubro de 2007, na ALF/Viracopos.MOÇÃO DE REPÚDIO
Os Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil lotados na DRF/Campinas, reunidos em Assembléia Nacional conjunta, manifestam seu repúdio à utilização de avaliação de desempenho para reduzir a remuneração dos AFRFB. Tal sistemática fragiliza a condição de Autoridade de Estado, além de contrariar a pauta de reivindicações aprovada pela categoria.
AFRFB presentes à Assembléia Nacional conjunta realizada em 25 de outubro de 2007, na DRF/Campinas-SP.MOÇÃO DE REPÚDIO
Os Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil lotados na DRJ/Campinas, reunidos em Assembléia Nacional conjunta, manifestam seu repúdio à utilização de avaliação de desempenho para reduzir a remuneração dos AFRFB. Tal sistemática fragiliza a condição de Autoridade de Estado, além de contrariar a pauta de reivindicações aprovada pela categoria.
AFRFB presentes à Assembléia Nacional conjunta realizada em 25 de outubro de 2007, na DRJ/Campinas-SP.
Auditores de Jundiaí contrários ao uso coercitivo da avaliação de desempenho
MOÇÃO DE SOLIDARIEDADE
Reunidos em Assembléia Nacional Conjunta, os Auditores-Fiscais da RFB lotados na DRF/Jundiaí tomaram ciência, através a mesa diretora dos trabalhos, que o colega Paulo Alvim, Vice-Presidente do Unafisco, Delegacia Sindical de Campinas (SP), foi prejudicado em seus vencimentos, em decorrência de avaliação de desempenho insuficiente para manter a integralidade do pagamento.
Aprovada pela unanimidade dos votos dos presentes, decidimos registrar a decisão de depositar nossa solidariedade irrestrita ao colega mencionado, acompanhada da indignação da categoria com a tentativa de resgatar tal instrumento de coerção ao exercício livre de nossas atividades.
É preciso lembrar que esta agressão se dá, justamente quando, em plena campanha salarial, vimos atendida, através da adoção do subsídio como forma de remuneração, a desvinculação dos vencimentos dos AFRFB a metas, um dos eixos principais de nossa pauta reivindicatória.
AFRFB lotados na DRF Jundiaí
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Reunião de Diretoria, 1º/10 (SEG), às 17h30
Pauta:
1 - Informes;
2 - Assembléia Nacional e Local de 02/10/2007;
2 - Assuntos Gerais.
Dia: 01/10/2.007
Horário: às 17 horas e 30 minutos
Local: DS (R: Dr. Jesuíno Marcondes Machado nº 969)